Visão Espectro - Concursos de Fotografia
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terça-feira, 6 de maio de 2014
Fotógrafo ilustra toda a dificuldade da profissão com muito humor - A Evolução do Fotógrafo
A profissão de fotógrafo, todos sabem, não é fácil. Mas alguns lidam muito bem com isso. É o caso de Saulo Cruz, fotógrafo há mais de 10 anos, e cartunista nas horas vagas. Saulo produz tirinhas que contam histórias e mostram o lado divertido e engraçado da profissão. Suas imagens já rodaram as redes sociais, principalmente o Facebook, e sempre com muitos seguidores.
O Portal Photos entrou em contato com Saulo e em entrevista exclusiva o fotógrafo explica um pouco mais do seu trabalho:
Portal Photos: Você é fotógrafo também. Há quanto tempo e qual a sua especialização dentro da fotografia? Ou você se considera como o “fotógrafo pau pra toda obra”, como satiriza nas suas tirinhas?
Saulo Cruz: Sou fotógrafo por profissão. Desde 2002 entrei no “métier”. Quando a gente vive de fotografia, talvez seja uma tendência brasileira, é necessário fazer de tudo um pouco. A gente trabalha pra jornal, faz casamento, faz book de 15 anos, vai atrás de esporte, faz foto pra documento, registra catálogo de moda, produz conteúdo institucional. Daí que nos quadrinhos eu expresso essa realidade que vivo.
PP: As tirinhas são um meio de comunicação não muito usual no Brasil, limitando-se aos jornais e, agora com a popularização, na internet. Há quanto tempo você produz, e quais as dificuldades de divulgação desse tipo de material você já enfrentou?
SC: Sempre fiz uma coisinha ou outra, me pedem caricaturas a todo o momento, principalmente quando é amigo (risos). Desde criança sempre foi meu passatempo. Não tive dificuldades porque sinceramente levei sempre na brincadeira, nada sério. De pouco tempo pra cá que estou a reunir de forma temática o que desenho, como essa série sobre fotografia.
PP: Você já recebeu repressão por parte de alguns fotógrafos ofendidos ou suas histórias são recebidas como brincadeiras mesmo?
SC: Jamais. O meio de fotografia é muito divertido. Adoro esse trabalho!
FONTE:http://photos.uol.com.br/materias/ver/95708 (06/05/14)
domingo, 10 de junho de 2012
Os trens em movimento de Aaron Durand
O fotógrafo americano Aaron Durand criou uma série de imagens a partir da captura em longa exposição de trens em movimento. Dessa forma, é possível ver apenas o rastros, em "feixes de luz".
Durand começou a fotografando os grafites, que ficavam perto de trilhos de trem. Não demorou muito para que ele começasse a fotografar os trens que estavam passando. As imagens são sempre feitas à noite, de preferência logo após o pôr do sol, em San Francisco, na Califórnia.
"Cada imagem captura a passagem de um trem. E, em cada caso, isso leva algo entre 30 e 90 segundos. Isso não conta o tempo de chegar lá, preparar tudo, descobrir que trem vai passar e em que direção. Essas coisas levam tempo, mas quase sempre tiramos as fotos depois do trabalho, por diversão."
terça-feira, 15 de maio de 2012
Fotógrafo usa vibrações sonoras para criar esculturas coloridas
Série 'Cores Dançantes', de Fabian Oefner, mostra sais coloridos voando pelos ares com a vibração musicalSais coloridos saltando pelos ares ao som da música. Essas são as imagens captadas pelas lentes do fotógrafo suíço Fabian Oefner.
Na série Cores Dançantes, o fotógrafo suíço Fabian Oefner captou imagens de sais coloridos saltando pelos ares ao som da música.
De perto, a série 'Cores Dançantes' mostra uma profusão de cores, cuja dimensão é ampliada pelo ângulo aproximado da câmera.
Para fazer as fotos, Oefner colocou os sais em uma película plástica disposta sobre uma caixa de som. O ritmo da música, cujos estampidos fizeram os grãos voarem pelos ares, deu a forma das imagens.
"As fotos conectam imagem e som", conta o fotógrafo de 27 anos.
"Dependendo da frequência do som, diferentes esculturas são criadas. Desde as delicadas às figuras que parecem um vulcão em erupção", diz.
Oefner conta que usou vários pigmentos para colorir os sais. As fotos foram feitas em um cômodo escuro.
"As esculturas existem por apenas frações de segundo", diz. "A ideia da série é construir uma ponte entre o mundo acústico e visual", finaliza.
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